terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pure Print: Classical Printmaking in Contemporary Art – International Meeting

Pure Print: Classical Printmaking in Contemporary Art – International Meeting will happen between the 16th September and the 31st December 2013 and it will be developed throughout workshops, demos and exhibitions presented by professional artists engaged in printmaking, glass and ceramics.
This event will be characterized by singular research in printmaking including:
1. Series of Workshops distributed and thematically organized along four months, resulting from the invitation of prestigious artists familiar to the field.
2. Main Exhibition (25th November to 26th December 2013) gathering the works of the invited artists, confronting the relations between the classical printmaking techniques and the various experimental contemporary contexts of the current practices.
3. Free access to technical Demos that will occur in different spaces based in the current practices of the invited artists, trying to replicate their work environment.
4. Talks that will accompany workshops, demos and individual exhibitions, crossing printmaking techniques and disciplines.
5. Conference to be scheduled in 2014 and organized in thematic panels, presenting abstracts/papers and experimental projects/demos of short term.

The first International Meeting on Classical Printmaking, to be initiated at Faculty of Fine Arts of the University of Porto, intends to give an overview of a non limitable experimental field, with a focus on the creation of fine art printmaking. Most of all, it’s about setting up a program of workshops exploring the impact of classic printmaking in contemporary art practice. From September to December 2013, artists, internationally renowned experts, professional printers and professors will share their expertise, lifelong experience, present positions and how their innovative practices are based on traditional techniques. The continuing program of workshops, demonstrations, lectures, open lectures and exhibitions will be a showcase of how artists are exploring and using the tools, the techniques available and the myriad of opportunities to create unique objects. At the very center of this project, reuniting print practitioners from Bel­gium, Brazil, Canada, Estonia, Italy, Japan, Poland, Portugal, Spain, UK, Turkey, Netherlands,  relies the trans­mission of a direct and practically oriented exchange, based on the presence in the workshops of the invited artists. The overall program will transmit how current approaches in printmaking freely exper­iment with technical limits, merge techniques and go beyond ordi­nary dimensions. It will be a celebration and practical exploration of contemporary print developments.

Workshops will introduce techniques such as woodcut, photo intaglio, mezzotint, intaglio printing techniques, photo-lithogra­phy, paper mounting techniques, computational intaglio, etching, engraving on glass, sandblasting, laser, decals. Each invited artist will be demonstrating how to explore the language of the past to create within the present; how their practice, sometimes com­bined with the endless options of digital printmaking, or in its purest form, can build a contemporary discourse of print; have a stronger knowledge on conception and execution of contemporary printmaking. Participants will have access to historical and recent advances in technology, will share the engagement with materials, procedures and gain access to the prints and drawing collections that can teach each individual where to start to explore its own future concepts.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pensando sobre situações e desenho na vida de professora/artista/investigadora:





1.É difícil passar a borracha em um risco que transpassou a folha...
2. Há certos tipos de lápis que não produzem bom efeito no papel...
3. Não vale a pena se estressar com papel desgastado ou permeado de traças...antes um papel novo ou um aspirante a bom trabalho artístico/educativo...
4. Ensinar é um risco...vale a pena quando dele sai mais que meras linhas sem significado...
5. Um bom desenho só pode ser realizado se já permeia o desejo ou para ensinar é preciso que o outro também seja estímulo...
6. Uma prática é artístico/educativa quando ela vai além do ensino/aprendizado e se torna construção crítico/reflexiva em Artes e na vida;
7. Desejo é o primeiro passo para qualquer prática artístico/educativa;
8. O desenho nasce do desejo e o desígnio é o caminho pelo qual o desenho perpassa;
9. Toda prática artístico/educativa pressupõe um desígnio, mas o desígnio não pode designar todas as ações e reações no ensino/aprendizado...
10. O tempo é o valor que ensina ao professor/artista/investigador o que, porque e como desenhar além dos desígnios práticas artístico/significativas e críticos/reflexivas...por meio dele medimos desde o primeiro risco.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O Desenho


Foto: aula do professor de Desenho da Figura Humana - Licenciatura em Artes Visuais - Universidade do Porto, Portugal

Penso o desenho não apenas como forma, representação artística ou enquadramento do olhar.
O desenho designa.
A designação é a ação do desenho relida e configurada como premissa.
Um currículo designa a partir de uma busca a responder uma necessidade formativa.
O desígnio ocorre quando o currículo é vivenciado e relido no cotidiano.
Os desígnios do desenho no intermédium (entre-pontes e in-between) atravessam práticas artístico/educativas na minha visão como professora/artista/pesquisadora.
O desenho e seu ensino, dois parâmetros para se pensar e se criar a partir do subjetivo, da linha sobre o papel às trocas intersubjetivas, no seu desenrolar em imagens mentais.
Realizo um desenho pensando na investigação.
Realizo a investigação pensando no desenho.
E o desenho também narra as dificuldades, os encontros, as possibilidades que vou encontrando no percurso investigativo.
Investigar não só baseada nas Artes Visuais, mas por meio de, é a perspectiva autoetnográfica (auto - eu + etno - observação de aulas + currículos e gráfica - desenhos e narrativas escritas) em uma a/r/tography...
A investigação em Educação Artística é assim meio pelo qual três realidades profissionais visualizo e cujo enfoque é o desenho, pensado e refletido desde meu olhar até uma análise da formação de professores de Artes Visuais.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Por uma urgência da Arte/Educação no Vale do São Francisco



Por que começar com um título pedindo urgência para arte/educação no Vale do São Francisco?

Primeiro, arte/educação significa o ensino de Arte numa perspectiva crítica, consciente do meio ambiente, de si, das narrativas colonizadoras, contextualizador e reflexivo.
Se as escolas (públicas e particulares) não promovem a arte/educação, ou sejam, utilizam o ensino de Arte como objeto para representação de datas comemorativas,  trivialidades e frivolidades sem a responsabilidade cultural, social e histórica  que a área exige, com certeza, uma cidade como Petrolina/PE e uma região, como o Vale do São Francisco perdem significativamente.

Eis abaixo um exemplo do que menciono sobre a falta de arte/educação em Petrolina.
O "Grupo Cópia" é um grupo de intervenção urbana criado em 2013 pela professora do Colegiado de Artes Visuais da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, Clarissa Campello e tem como participantes alunos e professores do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da instituição, assim como artistas da região.
Este grupo, como o próprio nome diz, realiza releituras de obras já existentes, também em intervenção, procurando discutir os rumos das cidades de Juazeiro/BA e Petrolina/PE, principalmente no que tange à relação das pessoas com os espaços e o patrimônio. Ele tem realizado intervenções em espaços públicos como um chafariz (defronte a Catedral de Petrolina) e uma praça.

 Grupo que participou da intervenção (Foto: Facebook)

A intervenção "Um lugar ao sol", realizada  na praça do Coliseu, no sábado 10 de agosto (fotos), teve uma duração mais efêmera do que a proposta indicava...
                                                                        Foto do local com a obra exposta  (Foto: Facebook)

Ela não foi destruída pelo sol, nem pela chuva, nem por um raio ou qualquer outro fenômeno meteorológico.
O seu discurso  e a sua estrutura foi desmontada, desconstruída, pelas pessoas, que roubaram, tomaram os guarda-chuvas, até os cabos de aço que os sustentavam.
Remeto a discurso desconstruído, porque os guarda-chuvas, na região do Vale do São Francisco tem uma outra função, eles guardam as pessoas do intenso sol irradiado. É comum ver, principalmente, mulheres, utilizando esse objeto no cotidiano das ruas.
Como Petrolina/PE e Juazeiro/BA tem assumido uma política de destruição das poucas árvores nas ruas, praças e ambientes públicos e comerciais, seja podando demasiadamente, ou cortando, as duas cidades, tem sofrido mais ainda com o insuportável calor.
A obra, além de guarda-chuvas de uma única cor ou tom, possuía guarda-chuvas coloridos, o que visualmente e simbolicamente poderia remeter também à sombra que uma política para o respeito e a valorização da diversidade cultural, ambiental e sexual da região poderia proporcionar, no que tange ao bem-estar, a ampliação do olhar e a uma arte/educação efetiva da população.

                         Foto do local com a obra exposta, com o que sobrou em 13 de agosto de 2013  (Foto: Facebook)

Pois bem, hoje, em pleno 13 de agosto de 2013, um dia de grande desgosto, como é conhecido na história do Brasil, temos à frente o fim da obra "um lugar ao sol", o fim físico, mas não intersubjetivo.
O desenho do trabalho desde o seu pensamento, à montagem e à interação com o público possibilitou  e possibilita diversas e múltiplas leituras e releituras, bem como nas suas designações teve sua função apresentada e ressignificada.
Eu, como professora da UNIVASF e colega de  Clarissa, sei do intenso trabalho que ao longo destes 04 anos de Licenciatura em Artes Visuais temos colaborado, e o quanto ainda precisamos indicar, principalmente aos poderes públicos sobre a criação efetiva de políticas públicas (e também particulares) para a promoção e consolidação da arte/educação na região.
Deixo meu protesto neste texto com o fim físico da obra e sugiro a sua continuidade intersubjetiva, agonística  e crítico/reflexiva:
- Aos professores que utilizem em sala de aula, numa ampla discussão este trabalho artístico/educativo (com referências e releituras sobre o título da obra, sobre filmes, músicas, vídeos,  sobre o objeto, etc).
- Que as pessoas discutam em suas casas...
- E que em todas as discussões possam permear noções sobre o patrimônio cultural, o meio ambiente e a arte, pensando em como estamos carentes dessa compreensão mais ampla, mais intercultural, mais diversa, mais dialética em nossas vidas e no Vale do São Francisco.
Enfim, deixo aqui um trecho da música "Lugar ao Sol", de Charlie Brown Jr. , para reflexão...

"Que bom viver, como é bom sonhar
E o que ficou pra trás passou e eu não me importei

Foi até melhor, tive que pensar em algo novo que fizesse sentido

Ainda vejo o mundo com os olhos de criança

Que só quer brincar e não tanta responsa

Mas a vida cobra sério e realmente não dá pra fugir

Livre pra poder sorrir, sim

Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol..."


Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos
Colegiado de Artes Visuais - UNIVASF
Doutoranda em Educação Artística - Universidade do Porto, Portugal

+ Como citar este trabalho:
VASCONCELOS, F. M. B. P. Por uma urgência da Arte/Educação no Vale do São Francisco. Narrativas de Professora/Artísta/Pesquisadora. Disponível em: <http://www.flapedrosa.blogspot.com.br/2013_08_01_archive.html>. Acesso em: dia/mê/ano.

Outros sites:
GazzetadeNotícias
Opinião - Gazzeta


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sobre correntes e pontes




Hoje me perguntaram de que corrente eu era... 
E eu respondi: ué, e precisa estar em uma corrente?
A pessoa respondeu: sim, senão não sobrevive.. 
Eu fiquei em silêncio a refletir...
Com certeza não sou de uma corrente colonialista nem neocolonialista...
não sou estruturalista...

não sou acrítica...
não sou laissez-faire nem tout faire...
não defendo apenas um ponto de vista...defendo
as múltiplas perspectivas
e as anti-perspectivas...
sou daquelas que desconfia ao mesmo tempo que verifica,
observa o que é dito como verdade
e busco as minhas veracidades no caminho.
Não sou do meio-termo, mas sou contra termos absolutos
contra quadrilhas do saber
contra argumentos sólidos
contra bases solidificadas
sou, no melhor dizer,  busco ser "vanguarda"
e tudo o que pode vir que vá além e releia
não sou contra o passado nem contra o futuro,
mas meus pés estão no presente e o presente
precisa de quebras
além das correntes
que levam as águas dos rios pra algum lugar...
precisa de pontes...
sou a favor delas, porque as pontes levam de um lado para outro da questão
e dialogam possibilidades... 

(Juazeiro/BA, 12.06.2013).

terça-feira, 4 de junho de 2013

AVISOS




- 06 de junho - PEAV 3 e FEAV - (Foto), cada estudante chega no seu horário de aula e adentra a discussão. Tragam materiais solicitados, teremos práticas artístico/educativas.



- 08 de junho - aula com exibição do filme "Quem se importa?", a partir das 13h - tragam suas respectivas ou comunitárias pipocas, caso desejem.
Debate sobre:
Ensino de Artes Visuais e intervenção no Meio ambiente. Para todos os que vierem a esta aula-debate será acrescido certificado de participação pelo LAPDAVIS/MITA - CnPQ.

obs: aula aberta à comunidade e interessados/as.

- 11 a 13 de junho - aulas nos horários regulares do Sig@ - tragam sempre os materiais.
PEAV 3 LINKS DOS TEXTOS:
TEXTO 2 (até p. 62)

Um grande abraço a todas/as e até mais!

Materiais a trazer - FEAV E PEAV 3



Lista de materiais para trazer todas as aulas:

Caderno A5, sem pauta/linhas,
lápis HB, apontador, borracha,
lápis de cor 36 cores - ponta fina, se possível inquebrável - dica: Staedtler,
canetas azul,preta e vermelha - ponta fina (risco)
tesoura, cola pequena,
revistas velhas/usadas (2 por estudante).


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Exposição Ver@cidades na UNIVASF potencializa o diálogo internacional em Arte e Educação

O trabalho de diálogo internacional do Colegiado de Artes Visuais da UNIVASF, pontua a universidade como referência num conjunto de investigadores de diversos países, por meio da exposição Ver@cidades, a qual participa da II Semana Internacional de Educação Artística da UNESCO em um projeto colaborativo do Laboratório de Produção Didática em Artes Visuais - LAPDAVIS e Grupo de Pesquisa Multi, Inter e Trans - MITA/CnPQ por meio dos professores/artistas/pesquisadores Flávia Pedrosa Vasconcelos e Ricardo Guimarães, com a Universidad Autonoma de Madrid - UAM, Espanha.

Quem não foi ainda ao Hall da reitoria da UNIVASF, está convidado a perceber olhares sobre diversas cidades e refletir sobre como juntos podemos ter um impacto cultural, artístico, educacional e político desde o Vale do São Francisco.
A exposição segue aberta até 29 de maio de 2013.
Em anexo, cartazes da exposição e mapa que mostra todas as cidades envolvidas no projeto e como nós estamos pontuados num mar de diálogos internacionais.

Esta exposição foi promovida com apoio da Diretoria de Arte, Cultura e Ações Comunitárias - DACC.

Vídeo:AQUI

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Univasf abre exposição que revela novos olhares do cotidiano de cidades


Univasf abre exposição que revela novos olhares do cotidiano de cidades
25-04-2013 12:00:53
A mostra Ver@cidades foi aberta nesta terça-feira (23) e vai até o dia 29 de maio


Entre o céu, placas, carros e monumentos, a exposição itinerante “Ver@cidades” mostra através da fotografia e pintura, emoções e perspectivas do cotidiano das cidades, sob o olhar de 24 artistas nacionais e internacionais. O público poderá descobrir novos olhares sobre a região, bem como outros países. A mostra pode ser conferida gratuitamente, até o dia 29 de maio, no hall do Prédio Administrativo da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Campus Sede, em Petrolina (PE).

Estão expostas 24 imagens, que retratam o colorido das cidades encontrado nas roupas e nas fachadas das casas, capturado pelas lentes dos artistas. De acordo com o organizador da exposição, o professor do colegiado de Artes Visuais, Ricardo Guimarães, a mostra pretende lançar diferentes perspectivas sobre as cidades do Brasil, Espanha, Argentina e Itália. “Os artistas trazem suas distintas experiências para o mesmo tema: ‘ver a cidade’”, completou o professor.

A exposição “Ver@cidades” é coordenada pela professora do colegiado de Artes Visuais, Flavia Pedrosa e conta com o apoio da Diretoria de Arte, Cultura e Ações Comunitárias (DACC), vinculada à Pró-reitoria de Extensão (Proex). A mostra faz parte do “Projeto de Exposições EnREDadas”, coordenado pela professora da Universidad Autonoma de Madrid, Ángeles Saura, e integra as atividades da Semana Internacional de Educação Artística da Unesco, que acontece de 21 a 27 de maio, em diversos países.


Karine Nascimento

Por: Assessoria de Comunicação

Repercussões:
BLOGFOLHA
BlogdoFarnésio

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Ver@cidades - Exposição Internacional de Artes Visuais na UNIVASF




Obras, artistas e lugares:
Montserrat Ansótegui Rodríguez, La ciudad dibujada,Logroño, la Rioja, Espanha, 2012.

 Alfonso Infantes Delgado, Les Halles, Jaén, Espanha, 2010

 Ana Marco Irueste,Cajas de cristal, Madrid, Espanha, 2012

 Ana Hernández Revuelta,De Madrid al cielo, Madrid, Espanha, 2013

 Ángeles Saura Pérez, Madrid, Madrid, Espanha, 2013

 Arancha Ayuso, Madrid, Madrid, Espanha, 2013

 Carlos Cuenllas, MUSiC, León, Espanha, 2013

 Carmen Molina Mercado, Lugar de encuentro, Jaén, Espanha, 2012


 
 Celia Ferrer Signes, Espejismo-Ciudad, Madrid, Espanha, 2012.

 Euriclésio Sodré, E Deus disse: “faça-se a luz!”,Senhor do Bonfim, BA, Brasil, 2012.

 Flávia Pedrosa Vasconcelos, Ele e o rio São Francisco, Juazeiro,BA e Petrolina, PE, Brasil, 2011.


 Hamilton Freire Coelho, Sem Título, João Pessoa, PB, Brasil, 2011


 Igor Borozan, Vertigo, Terni, Itália, 2005

 Inmaculada del Rosal, Una ciudad es un poema,Madrid, Espanha, 2013

,
 José Maria Díaz Ligüeri Ariño, Puesta de Sol Cádiz, Sevilla, Espanha, 2013


 Karla Lima, Sem Título,Juazeiro, BA, Brasil, 2012

 Mamen Salgado, Otra mirada, Segovia, Espanha, 2013

 Marcus Ramos, Sem Título, Petrolina, PE, Brasil, 2012

 Martha Chiarlo, Tiempo Detenido, Córdoba, Argentina, 2009

 Maurício Alfaya, Sem Título, Petrolina, PE, Brasil, 2012

 Ricardo Guimarães, Sem título, Salvador, BA, Brasil, 2013

 Sérgio Motta Lopes, Sigue seguro, Capitán!, Santa Maria de Fé, Paraguai, 2013

,
Susan Nash, Square with Remote Control, Madrid, Espanha, 2012


quinta-feira, 11 de abril de 2013

De tom a tom


No escuro-claro
no claro em escuros
sinto tons de cinza anuviando céus
claras cores
quietas imiscuem
desvanecendo
encontrando-se
claros cortes
no dia-muro
murando montes
derrubando-se
Claros escuros
escuros claros
cores avivando-se
pela forte toada da hora
irradiando.