quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cursos de extensão Online gratuitos

Caros/as: 

Divulgo abaixo novos cursos do projeto de extensão que colaboro como supervisora: 
NARRATIVAS E VISUALIDADES – CURSOS DE EXTENSÃO EM EAD é um projeto de extensão da Universidade Federal do Vale do São Francisco, coordenado pelo Prof. Me. Fulvio Torres Flores e pela Profa. Dra. Graziela Maria Lisboa Pinheiro, que abre agora inscrições para seus 10 cursos nas áreas de Artes, Literatura, Artes Visuais, Filosofia e Educação. Os cursos são oferecidos via plataforma Moodle por docentes da Univasf e de outras instituições de ensino superior público e privado do Brasil.


Todos os cursos são gratuitos e abertos a interessados nessas áreas. Recomenda-se que tenham acesso à internet banda larga. Todos os cursos terão 40 horas, com início em 1o. De abril e término em 23 de junho de 2013. Aqueles que concluírem satisfatoriamente o curso receberão certificado de participação registrado na Pró-Reitoria de Extensão da Univasf. A seleção será realizada por meio de ficha de inscrição disponível no site do projeto.
Para conhecer o website do projeto, acesse: www.narravis.com



Para ir diretamente à página de cursos, acesse: www.narravis.com.br/cursosoferecidos2013_1.html

Currículo em Artes Na Austrália

Um trabalho colaborativo com pesquisadores de todo o mundo, com uma visão transformadora e consciente das Artes na Educação.O Currículo em Artes da Austrália,  é um exemplo de trabalho colaborativo pensando-se questões e necessidades de processos de ensino/aprendizagem no século XXI,  o qual terá  até o final de maio de 2013, a consultoria de especialistas de todo o mundo, por meio da ACARA.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Material Educativo da Bienal de Arte de SP


O Site da Bienal dispõe na seção Material Educativo excelentes possibilidades para o trabalho artístico/educativo nas escolas. Vale a pena conferir.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Ser professora/artista/investigadora...



Hoje, mexendo em meus guardados, entre caixas e livros, encontrei uma série de lembranças que me fez recordar os motivos que me levaram a ser professora - e professora de Artes...bilhetinhos carinhosos, corações, de alunos das escolas que trabalhei, pequenos mimos e recadinhos dirigidos a mim...
e os tantos cartões e lembranças depois que virei professora universitária...
olhei para fotos, para surpresas do caminho e uma fina lágrima rolou do canto do olho direito...
Percebi que mesmo à grande dificuldade que atravessa a educação hoje, eu não estaria mais feliz e realizada profissionalmente...
Não me arrependo de ter desistido da medicina, foi minha bravata de liberdade...
Sou sensível, sou disciplinada, adoro ler livros sobre Artes e adoro quando consigo produzir um objeto artisticamente...adoro mais ainda quando consigo partilhar uma aula e visualizo que os alunos que chegaram a mim como apenas alunos no início do semestre, se tornaram estudantes e assim vejo que a aula possibilita o acesso a conhecimentos...
Penso no conforto de já ter me encontrado com indivíduos já adultos, para os quais lecionei Artes no início de suas adolescências e como foram prazerosos estes encontros, deixando em minha mente a vivacidade da frase "dever cumprido" expressa. Não, vai além do dever cumprido, pois ser professor não é uma simples tarefa que você toma e cumpre. Envolve esquemas e organizações que necessitam de uma inteligência múltipla, em que o cognitivo, o emotivo, o expressivo e o produtivo se articulam no diálogo de ensino/aprendizagem.
E também o desafio de fazer brotar, no solo mais árido, árvores frondosas que compartilhem conhecimentos e os busquem, efetivamente, como plataformas que os levem a outros degraus, além de colonialismos teórico/práticos, além de quaisquer fronteiras paradigmáticas.
Talvez esta seja uma boa alusão.
Ser professor para mim é isso, é aquele que não desiste nunca dos alunos e enxerga neles futuros estudantes, aqueles que vão à sala de aula, ao encontro do conhecimento, porque querem e não por mera convenção disciplinar dos corpos e dos cérebros.


Foto: eu, da vista de um caledoscopio, foto do discente de Artes Visuais Jamisson Felix, em um momento de minhas aulas de Metodologias do Ensino de Artes Visuais

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Carreiras em Artes Visuais

Buscando reler visualmente o espaço profissional em Artes Visuais, discuti com os discentes da disciplina Metodologias no Ensino de Artes Visuais sobre o amplo espaço de atuação da área de Artes Visuais a partir da visualidade abaixo, encontrada em um sítio da internet, sem referência a autor.
Por que este modelo que tem referência ao círculo cromático? Quem o fez?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Escola sem muros no Rio de Janeiro - Brasil




O Rio de Janeiro começa, nas próximas semanas, a experimentar um novo tipo de escola. Nada de séries, salas de aula com carteiras enfileiradas e crianças ordenadamente caminhando pelo espaço comum. A aposta para dar a 180 crianças e jovens da Rocinha uma educação mais alinhada com o século 21 é o Gente, acrônimo para Ginásio Experimental de Novas Tecnologias, na escola Municipal André Urani. O espaço, que acaba de ser totalmente reformulado para comportar a nova proposta, perdeu paredes, lousas, mesas individuais e professores tradicionais e ganhou grandes salões, tablets, “famílias”, times e mentores.
Não houve pré-seleção. Os alunos que farão parte dessa nova metodologia já são os matriculados na escola antes da reforma. Mas agora as antigas séries serão extintas e não haverá mais as salas de aula tradicionais, com espaço para 30 e poucos alunos. Em vez disso, os jovens – que estariam entre o 7o e 9o anos – serão agrupados em equipes de seis membros, chamadas de “famílias”, independentemente de sua série de origem. A formação das famílias ocorrerá em parte por afinidade, a partir da escolha dos próprios membros, e em parte a pelo diagnóstico de habilidades ao qual os alunos se submeterão no início do ano letivo.
Rio de Janeiro inaugura escola sem séries, turma e sala de aulacrédito ekaterina_belova / Fotolia

Essa avaliação, que ocorre assim que eles chegarem ao Gente, pretende fazer um raio-x do estado da aprendizagem de cada um, tanto do ponto de vista do conteúdo tradicional quanto das habilidades não cognitivas, como comunicação, senso crítico, autoria. Cada aluno terá um itinerário de aprendizado pessoal, que funciona como uma espécie de playlist, só que em vez de músicas, estarão os pontos que ele precisa aprender ou desenvolver. Será o jovem o responsável por escolher a forma como o conteúdo lhe será entregue – videoaulas, leituras, atividades individuais ou em grupo. Todas as semanas os alunos serão avaliados na Máquina de Testes, um programa inteligente que propõe questões de diferentes níveis de dificuldade, para garantir a evolução no conteúdo. Quando ele não chegar ao resultado esperado, o jovem receberá uma atenção individualizada.
Tal atenção é de responsabilidade do mentor da família, o professor. Cada mentor será responsável por três famílias, que reunidas serão chamadas de equipe. “O mentor deve dar uma educação mais ampla, preocupada não só com os conteúdos tradicionais, mas com higiene, com aspectos socioemocionais do aluno, com a motivação dele”, diz Rafael Parente, subsecretário de novas tecnologias educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio, explicando a mudança no papel do professor naquele contexto. Em vez de dar aula de português ou matemática, o mentor vai ajudar o aluno a encontrar a informação de que precisa para entender o conteúdo, mesmo que o assunto não seja o da sua formação.
Ilustrações de como será o Gente, na Rocinhacrédito Divulgação

Assim, explica Parente, se um professor de língua portuguesa precisar explicar um assunto mais específico de matemática, ele deve pedir ajuda para membros da família, se sentar com o aluno para assistir à videoaula da Educopedia com ele, tentar aprender junto. “O professor não vai ser mais aquele que transmite o conhecimento. Ele vai ser especialista na arte de aprender”, diz o subsecretário. O grupo de mentores que fará parte do Gente foi treinado para essa nova forma de lecionar.
Todos os dias, ao chegarem à escola, os alunos passarão por um momento de acolhida, em que compartilharão com seus pares experiências e expectativas para o dia. A jornada na escola é integral. Neste tempo, com o auxílio de seu itinerário e a liderança do tutor, cada um deverá decidir o que e em que ordem estudar e poderá, à livre escolha, se juntar a grupos de estudo de língua estrangeira, robótica, esportes, artes, desenvolvimento de blogs. É nesse momento que uma pergunta inevitável aparece: mas se o aluno não quiser fazer nada, ele não vai fazer nada, certo? Mais ou menos. Os mentores, explica Parente, estarão sempre por perto para motivar os alunos a avançarem, as avaliações mostrarão quem está ficando para trás e os integrantes da família – o tal grupo de seis – também deve incentivar uns aos outros. “Quando o aluno é protagonista do próprio aprendizado, faz suas escolhas, ele se envolve mais, se empolga mais com a escola.”
A tecnologia é outro fator importante na forma como o projeto foi organizado. Para que os alunos possam escolher entre ambiente virtual ou presencial, era preciso que todos os alunos tivessem acesso a equipamentos e internet. Por isso, cada aluno terá o seu tablet ou netbook e, quando for pedagigocamente justificável, vai poder levá-lo para casa. Todas as dependências do André Urani terá internet sem fio de alta velocidade.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

domingo, 20 de janeiro de 2013

Wikipainting

A Wiki inovou e criou uma Enciclopédia de Artes Visuais, o Wikipainting.

Wikipaintings
Wikipaintings


Divididos por artista, ano de produção, gênero, técnica, movimento artístico, escola, nacionalidade, estilo e por ordem alfabética, o site traz versões em alta resolução das mais importantes pinturas da história acompanhadas de fichas técnicas completas e relações de links que permitem uma pesquisa fácil e rápida pelo acervo do site.
O projeto é uma iniciativa sem fins lucrativos que respeita as leis internacionais de direitos autorais através de uma cartilha simples de regras para a reprodução das imagens: escolher obras que sejam significantes históricamente, uso das imagens para fins infomacionais e educacionais, só criar páginas para imagens já disponíveis na internet e excluir imagens grandes demais para ficar com aquelas que não poderiam ser utilizadas para fins comerciais. 
Viajar pelo site é uma experiência bastante prazerosa para quem se interessa por pintura em geral. A navegação é limpa e simples, com tags precisas e informativas, perfeitas para quem está matando o tempo na rede com alguns dos quadros mais relevantes da história da humanidade quanto para quem está pesquisando informações sobre um trabalho específico. De Basquiat a Da Vinci, de Van Gogh a Andy Warhol e de Hiroshige a Frida Kahlo, o que não falta na Wikipaintings é acervo de interesse público.


Adaptado de: http://revistatrip.uol.com.br/so-no-site/notas/wikipaintings.html

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Eu Hoje


Do meu novo livro, em andamento...


Eu hoje não sou mais ontem
e do ontem me fui feita
perto, bem perto daquela vez
em que não fiquei na borda, pulei
vi mundos
sem fundos
portas a conta-gotas
fechadas se abrindo
em aberturas, em viezes
fui cozendo e sentindo
entendendo o valor do tempo
sem contratempos...
Hoje, a vértebra do ontem, 
enraizada no corpo não mente...
colabora no intento,
peço ao vento, 
que sopre além dos montes,
das barreiras, dos territórios,
vá bem longe
onde eu ainda não foquei meu olhar.
Eu hoje sou mais que ontem 
eu hoje estou mais próxima do amanhã...
das dores, o alento
das quedas, sem tormento
das descobertas, o aprendizado
todo tudo
tudo todo
pode ser ensinado.
Penso que o dia hoje é mais
um ponto,
perto da ponte
que me leva a outros tantos
sem entretantos...
Daí que eu escuto batendo
pulsando
lembrança da herança
que os dias vão brotando 
na gente...
Eu hoje sou aquela que te disse
sem miragens
o quão próximos estamos
de todos
de tudo.

Como citar: VASCONCELOS, F. M. B. P. Eu Hoje. In: Narrativas de Professora/Artista/Investigadora.  Disponível em <http://flapedrosa.blogspot.com.br/2013_01_01_archive.html>. Acesso em XX Mês. Ano. 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Antes do fim do dia...


Minha singela homenagem a Selaron...
A quem a Arte deu mais lucidez e vida que a muitos que por aí andam e se dizem vivos e lúcidos...



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pensando sobre Indústria Criativa


No Núcleo Temático Educação, Cultura e Movimento no Vale do São Francisco, estaremos desenvolvendo atividades que relacionam Indústria Criativa, Arte, Sensibilidade e Educação.
Que "ser" é esse que quer "comer" os brains brasileiros???????
 

23ª Jornadas Fotográficas _ Jacobina

Uma outra Jacobina

Além de fotografar, Flávia Pedrosa também fez desenhos à mão livre durante a 23ª Jornada realizada no mês passado em Jacobina. Inspirada e delicada, ela combinou os temas da natureza explorados durante a viagem com uma visão pessoal abstrata, cheia de cores e de detalhes. Parabéns, Flávia!
In: Jornadas Fotográficas do Vale do São Francisco

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

I Seminário de Práticas de Ensino em Artes Visuais 2

Primeiros discentes do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da UNIVASF a apresentaram seus projetos de ensino aplicados e desenvolvidos no estágio supervisionado da disciplina Práticas de Ensino em Artes Visuais - PEAV 2, em escolas públicas municipais e estaduais, no Ensino Fundamental (anos finais) e no Ensino Médio.
A apresentação e debate dos trabalhos realizados deu-se no Laboratório de Produção Didática em Artes Visuais - LAPDAVIS.
Antônio Gregório, Wechila Brito, Thamíris Santana e Caroline Bacurau (da esq. p/ direita)
 
Wechila Brito explicitando o  multiexpressivo em Artes Visuais e Música - Ensino Fundamental (anos finais)

 Caroline Bacurau e sua análise das discussões na escola entre Arte e Vida. - Ensino Fundamental (anos finais)
 Thamíris Santana e sua contextualização da Arte Indígena na escola. - Ensino Fundamental (anos finais)
Antônio Gregório e a análise de oficinas sobre Arte Africana - Ensino Médio.