| Univasf abre exposição que revela novos
olhares do cotidiano de cidades 25-04-2013 12:00:53 |
A mostra Ver@cidades foi aberta nesta terça-feira (23) e vai
até o dia 29 de maio
Entre o céu, placas, carros e monumentos, a exposição itinerante “Ver@cidades” mostra através da fotografia e pintura, emoções e perspectivas do cotidiano das cidades, sob o olhar de 24 artistas nacionais e internacionais. O público poderá descobrir novos olhares sobre a região, bem como outros países. A mostra pode ser conferida gratuitamente, até o dia 29 de maio, no hall do Prédio Administrativo da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Campus Sede, em Petrolina (PE). Estão expostas 24 imagens, que retratam o colorido das cidades encontrado nas roupas e nas fachadas das casas, capturado pelas lentes dos artistas. De acordo com o organizador da exposição, o professor do colegiado de Artes Visuais, Ricardo Guimarães, a mostra pretende lançar diferentes perspectivas sobre as cidades do Brasil, Espanha, Argentina e Itália. “Os artistas trazem suas distintas experiências para o mesmo tema: ‘ver a cidade’”, completou o professor. A exposição “Ver@cidades” é coordenada pela professora do colegiado de Artes Visuais, Flavia Pedrosa e conta com o apoio da Diretoria de Arte, Cultura e Ações Comunitárias (DACC), vinculada à Pró-reitoria de Extensão (Proex). A mostra faz parte do “Projeto de Exposições EnREDadas”, coordenado pela professora da Universidad Autonoma de Madrid, Ángeles Saura, e integra as atividades da Semana Internacional de Educação Artística da Unesco, que acontece de 21 a 27 de maio, em diversos países. Karine Nascimento |
Por: Assessoria de Comunicação Repercussões: BLOGFOLHA BlogdoFarnésio |
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Univasf abre exposição que revela novos olhares do cotidiano de cidades
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Ver@cidades - Exposição Internacional de Artes Visuais na UNIVASF
Obras, artistas e lugares:
Montserrat Ansótegui Rodríguez, La ciudad dibujada,Logroño, la Rioja, Espanha, 2012.
Alfonso
Infantes Delgado, Les
Halles, Jaén,
Espanha, 2010
Ana
Marco Irueste,Cajas
de cristal, Madrid,
Espanha, 2012
Ana
Hernández Revuelta,De
Madrid al cielo, Madrid,
Espanha, 2013
Ángeles
Saura Pérez, Madrid, Madrid,
Espanha, 2013
Arancha
Ayuso, Madrid, Madrid,
Espanha, 2013
Carlos
Cuenllas, MUSiC, León,
Espanha, 2013
Carmen
Molina Mercado, Lugar
de encuentro, Jaén,
Espanha, 2012
Celia
Ferrer Signes, Espejismo-Ciudad, Madrid,
Espanha, 2012.
Euriclésio
Sodré, E
Deus disse: “faça-se a luz!”,Senhor
do Bonfim, BA, Brasil, 2012.
Hamilton
Freire Coelho, Sem
Título, João
Pessoa, PB, Brasil, 2011
Igor
Borozan, Vertigo, Terni,
Itália, 2005
Inmaculada
del Rosal, Una
ciudad es un poema,Madrid,
Espanha, 2013
José
Maria Díaz Ligüeri Ariño, Puesta
de Sol Cádiz, Sevilla,
Espanha, 2013
Karla
Lima, Sem
Título,Juazeiro,
BA, Brasil, 2012
Mamen
Salgado, Otra
mirada, Segovia,
Espanha, 2013
Marcus
Ramos, Sem
Título, Petrolina, PE, Brasil, 2012
Martha
Chiarlo, Tiempo
Detenido, Córdoba,
Argentina, 2009
Maurício
Alfaya, Sem Título, Petrolina, PE, Brasil, 2012
Ricardo
Guimarães, Sem
título, Salvador,
BA, Brasil, 2013
Sérgio
Motta Lopes, Sigue
seguro, Capitán!, Santa
Maria de Fé, Paraguai, 2013
Susan
Nash, Square
with Remote Control, Madrid,
Espanha, 2012
quinta-feira, 11 de abril de 2013
De tom a tom
No escuro-claro
no claro em escuros
sinto tons de cinza anuviando céus
claras cores
quietas imiscuem
desvanecendo
encontrando-se
claros cortes
no dia-muro
murando montes
derrubando-se
Claros escuros
escuros claros
cores avivando-se
pela forte toada da hora
irradiando.
sábado, 16 de março de 2013
Processos Criativos - Projeto Ecodesign e Artes Visuais
Um sábado à tarde, materiais da universidade que seriam descartados no lixo, um laboratório de Artes Visuais (Laboratório de Produção Didática em Artes Visuais - LAPDAVIS) sem estantes, armários, para os tantos livros que conseguimos por doação e o que fazer?
Pois bem, me uni a alguns discentes da Licenciatura em Artes Visuais e desenvolvemos o projeto Ecodesign e Artes Visuais: indústria criativa na produção de mobiliário sustentável na universidade, o qual foi aprovado via Edital da Pró-reitoria de Extensão - PROEX da UNIVASF.
Este projeto é cadastrado como projeto integrante do Grupo de Pesquisa MITA - CNPQ - UNIVASF via LAPDAVIS e está, no momento, buscando apoio de empresas para doação de materiais, como tintas, luvas e máscaras.
Hoje, começamos do zero, vendo o que poderíamos fazer com o material doado.
Já realizamos o projeto e semana que vem teremos, quem sabe o resultado final de nosso primeiro produto mobiliário para o LAPDAVIS! :)
Iniciamos assim uma nova fase na UNIVASF, por meio da produção artística unindo a indústria criativa ao ecodesign.
Da esquerda para direita: Discente Voluntário Pesquisador (PIBEX) Renan Alencar, Discente Bolsista Pesquisador (PIBIC) Paulo Vinícius, DiscenteVoluntário Pesquisador (PIBEX) Jamisson Félix, Discente Voluntária Pesquisadora (PIBEX) Kathianne Souza e Discente Bolsista Pesquisadora (PIBEX) Ana Emídia.
Da esquerda p/ direita: Discente Voluntário Pesquisador (PIBEX) Danilson Vasconcelos e Jamisson Félix
Ana Emídia e Paulo Vinícius planejando via Blender
O nosso "baú dos tesouros" - projeto
Danilson e Jamisson aplainando as tábuas
Repercussões:
JornalGazzeta (impresso e online)
quinta-feira, 14 de março de 2013
Um tripé manco
Há um discurso em moda pronunciado amiúde senão por todos, pelo menos pela grande maioria dos reitores das universidades e institutos federais pelo país afora: "Nunca tivemos tanto dinheiro". Quem é da comunidade acadêmica certamente já ouviu esse pronunciamento.
No entanto, essa afirmativa soa, no mínimo, contraditória diante dos grandes gargalos estruturais que ainda afligem tanto professores, servidores e alunos do consolidado Magistério Superior; como do emergente Ensino Básico, Técnico e Tecnológico.
É fato que nos últimos dez anos os investimentos do Governo Federal destinados à educação aumentaram expressivamente. Além dos dados oficiais, merece destaque o levantamento feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado no final de 2012, onde mostra que o Brasil foi quem mais ampliou investimentos em educação entre 2000 e 2009, em um grupo de 29 países avaliados. O estudo ainda ressalta que o país está "gradualmente se aproximando" dos integrantes do chamado G20 (grupo das nações mais ricas do mundo).
Nada mau para uma nação cuja educação foi secularmente negligenciada por suas elites. Vencer esse atraso histórico certamente não será possível da noite para o dia e tampouco obra de uma geração. Por isso mesmo, é no mínimo alentador o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado o Plano Nacional de Educação que prevê a aplicação, em até 10 anos, de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação.
Mas então onde está a incoerência deste discurso? Atrever-me-ia a responder, sem medo de errar: na gestão destes vultosos recursos.
Formamos nas últimas décadas um número expressivo de professores- pesquisadores de qualidade, fomentados por agências estrategicamente criadas para esta finalidade; como a Capes, CNPq e Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa. Mas somos capengas quando o assunto é professor-gestor.
O problema é ainda maior quando se tem em conta que a universidade brasileira é vítima de uma lacuna de oito anos em que foi irresponsavelmente impedida de contratar professores e técnicos administrativos entre 1994 e 2002. Um hiato que tem reflexo até hoje no quadro funcional das instituições que não puderam promover uma transição harmoniosa entre aqueles profissionais mais experientes que saíram e aqueles mais jovens que entraram posteriormente. Perdeu-se, nessa janela, uma grande oportunidade de transferência de conhecimentos entre os pares, sobretudo a prática de gestão.
Mais grave ainda é a situação das centenas de novos campus de Institutos Federais criados nos últimos anos, onde em sua grande maioria o quadro docente é composto por jovens mestres e doutores que além da complexa missão do ensino, da pesquisa e da extensão, ainda são demandados para cargos de administração, sem terem o mínimo de experiência em gestão educacional que a função exige. Literalmente, atuam no sacrifício.
O fato é que entre o recurso disponibilizado e a compra do reagente para o laboratório, por exemplo, há um caminho burocrático (e necessário, diga-se de passagem) pouco afeito à grande maioria dos professores que muitas vezes são ótimos educadores, pesquisadores e extensionistas, mas péssimos gestores.
Por isso mesmo, a máxima de que a universidade se assenta em um tripé imaginário, formado pelo ensino, pesquisa e extensão, precisa incorporar urgentemente outro elemento: a gestão. Sem uma gestão de qualidade, é quase impossível se promover ensino, pesquisa e extensão em níveis superiores.
É imperioso reconhecer o grande esforço governamental diante de dois desafios estratégicos na área educacional brasileira que são a qualificação dos professores que atuam nas escolas de educação básica e a capacitação do quadro funcional atuante na gestão do Estado Brasileiro. Para isso o Ministério da Educação lançou o Plano Nacional de Formação de Professores e o Programa Nacional de Formação em Administração Pública (PNAP). Ocorre que o PNAP engloba um curso de bacharelado e três especializações: Gestão em Saúde, Gestão Pública Municipal e Gestão Pública. Não há nada específico para a área educacional.
Mais que isso, diante da nova realidade educacional brasileira, muito mais complexa e dinâmica que dez anos atrás, exige-se a adoção de uma política nacional de capacitação e estímulo à gestão universitária e escolar. É fundamental que se valorize mais essa atividade, desde uma maior pontuação do currículo acadêmico, mais e melhores gratificações e até mesmo a criação de uma agência específica voltada à formação de uma nova geração de gestores na área.
Caso contrário, mesmo com investimentos crescentes, correremos o isco de avançarmos aquém das nossas necessidades. Ou damos um grande salto adiante, ou patinaremos em cima deste tripé em meio ao déficit gritante de gestores minimamente capacitados.
Luciano Rezende Moreira é ex-presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e professor pesquisador do Instituto Federal Fluminense.
Noticía retirada DAQUI.
No entanto, essa afirmativa soa, no mínimo, contraditória diante dos grandes gargalos estruturais que ainda afligem tanto professores, servidores e alunos do consolidado Magistério Superior; como do emergente Ensino Básico, Técnico e Tecnológico.
É fato que nos últimos dez anos os investimentos do Governo Federal destinados à educação aumentaram expressivamente. Além dos dados oficiais, merece destaque o levantamento feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado no final de 2012, onde mostra que o Brasil foi quem mais ampliou investimentos em educação entre 2000 e 2009, em um grupo de 29 países avaliados. O estudo ainda ressalta que o país está "gradualmente se aproximando" dos integrantes do chamado G20 (grupo das nações mais ricas do mundo).
Nada mau para uma nação cuja educação foi secularmente negligenciada por suas elites. Vencer esse atraso histórico certamente não será possível da noite para o dia e tampouco obra de uma geração. Por isso mesmo, é no mínimo alentador o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado o Plano Nacional de Educação que prevê a aplicação, em até 10 anos, de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação.
Mas então onde está a incoerência deste discurso? Atrever-me-ia a responder, sem medo de errar: na gestão destes vultosos recursos.
Formamos nas últimas décadas um número expressivo de professores- pesquisadores de qualidade, fomentados por agências estrategicamente criadas para esta finalidade; como a Capes, CNPq e Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa. Mas somos capengas quando o assunto é professor-gestor.
O problema é ainda maior quando se tem em conta que a universidade brasileira é vítima de uma lacuna de oito anos em que foi irresponsavelmente impedida de contratar professores e técnicos administrativos entre 1994 e 2002. Um hiato que tem reflexo até hoje no quadro funcional das instituições que não puderam promover uma transição harmoniosa entre aqueles profissionais mais experientes que saíram e aqueles mais jovens que entraram posteriormente. Perdeu-se, nessa janela, uma grande oportunidade de transferência de conhecimentos entre os pares, sobretudo a prática de gestão.
Mais grave ainda é a situação das centenas de novos campus de Institutos Federais criados nos últimos anos, onde em sua grande maioria o quadro docente é composto por jovens mestres e doutores que além da complexa missão do ensino, da pesquisa e da extensão, ainda são demandados para cargos de administração, sem terem o mínimo de experiência em gestão educacional que a função exige. Literalmente, atuam no sacrifício.
O fato é que entre o recurso disponibilizado e a compra do reagente para o laboratório, por exemplo, há um caminho burocrático (e necessário, diga-se de passagem) pouco afeito à grande maioria dos professores que muitas vezes são ótimos educadores, pesquisadores e extensionistas, mas péssimos gestores.
Por isso mesmo, a máxima de que a universidade se assenta em um tripé imaginário, formado pelo ensino, pesquisa e extensão, precisa incorporar urgentemente outro elemento: a gestão. Sem uma gestão de qualidade, é quase impossível se promover ensino, pesquisa e extensão em níveis superiores.
É imperioso reconhecer o grande esforço governamental diante de dois desafios estratégicos na área educacional brasileira que são a qualificação dos professores que atuam nas escolas de educação básica e a capacitação do quadro funcional atuante na gestão do Estado Brasileiro. Para isso o Ministério da Educação lançou o Plano Nacional de Formação de Professores e o Programa Nacional de Formação em Administração Pública (PNAP). Ocorre que o PNAP engloba um curso de bacharelado e três especializações: Gestão em Saúde, Gestão Pública Municipal e Gestão Pública. Não há nada específico para a área educacional.
Mais que isso, diante da nova realidade educacional brasileira, muito mais complexa e dinâmica que dez anos atrás, exige-se a adoção de uma política nacional de capacitação e estímulo à gestão universitária e escolar. É fundamental que se valorize mais essa atividade, desde uma maior pontuação do currículo acadêmico, mais e melhores gratificações e até mesmo a criação de uma agência específica voltada à formação de uma nova geração de gestores na área.
Caso contrário, mesmo com investimentos crescentes, correremos o isco de avançarmos aquém das nossas necessidades. Ou damos um grande salto adiante, ou patinaremos em cima deste tripé em meio ao déficit gritante de gestores minimamente capacitados.
Luciano Rezende Moreira é ex-presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e professor pesquisador do Instituto Federal Fluminense.
Noticía retirada DAQUI.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Sobre PREGUIÇA INTELECTUAL, CRIATIVIDADE e EMANCIPAÇÃO
Se você é emancipado no processo de ensino/aprendizagem, isso quer dizer que você sabe o valor do conhecimento e tem noção de que precisa eternamente desenvolver competências e habilidades, pois nenhum saber é acabado e tudo pode ser revisitado, reconstruído, revisto e refletido...
Aprende que o mestre que está ao seu lado neste processo, é falível, mas também tem muito a dialogar e deve ser respeitado...na contemporaneidade, temos estudantes educados desde casa a questionarem sem fundamentos, a lerem e não interpretarem, a terem a PIOR de todas as doenças mentais: a PREGUIÇA INTELECTUAL...
Há de se refletir numa sociedade do "bom consumidor" e de colonizações contínuas, ainda mais em face da virtualidade dos indivíduos, que escolhas, como estudante, você terá...
Eu sou mestre e sou estudante, pois não deixo de buscar acesso ao conhecimento e como ser humano, respeito os mestres que me ensinaram a inquietar-me e ir atrás de tudo, pensando que nada que vem fácil vale a pena e dando-me forças para seguir em voos maiores que a minha mente podia imaginar...
Pois é...eu matei a preguiça intelectual e dei asas à CRIATIVIDADE...
Pois com ela, conseguimos nos desdobrar, nos colocar em constante atividade de conhecer e ser reconhecido...pois é isto que o conhecimento nos faz, nos torna ESPELHOS e nos faz ver melhor por meio de outros ESPELHOS. Honestamente, espero que os estudantes que comigo compartilham a caminhada, não tenham PREGUIÇA INTELECTUAL e sejam CRIATIVOS e possam ser considerados EMANCIPADOS PELO CONHECIMENTO.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Disconnect to Connect
Disconecte para se conectar....uma mensagem simples, mas que muitos não compreendem...as novas tecnologias podem mais do que aproximar virtualmente, distanciar realmente as pessoas...
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
CONCURSO PROFESSOR EFETIVO UNIVASF ARTES VISUAIS
Vagas
01. Vídeo e Computação Gráfica
01. Ensino de Artes Visuais em Contextos Específicos
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Cursos de extensão Online gratuitos
Caros/as:
Divulgo abaixo novos cursos do projeto de extensão que colaboro como supervisora:
Divulgo abaixo novos cursos do projeto de extensão que colaboro como supervisora:
NARRATIVAS E VISUALIDADES – CURSOS DE EXTENSÃO EM EAD é um projeto de extensão da Universidade Federal do Vale do São Francisco, coordenado pelo Prof. Me. Fulvio Torres Flores e pela Profa. Dra. Graziela Maria Lisboa Pinheiro, que abre agora inscrições para seus 10 cursos nas áreas de Artes, Literatura, Artes Visuais, Filosofia e Educação. Os cursos são oferecidos via plataforma Moodle por docentes da Univasf e de outras instituições de ensino superior público e privado do Brasil.
Todos os cursos são gratuitos e abertos a interessados nessas áreas. Recomenda-se que tenham acesso à internet banda larga. Todos os cursos terão 40 horas, com início em 1o. De abril e término em 23 de junho de 2013. Aqueles que concluírem satisfatoriamente o curso receberão certificado de participação registrado na Pró-Reitoria de Extensão da Univasf. A seleção será realizada por meio de ficha de inscrição disponível no site do projeto.
Para conhecer o website do projeto, acesse: www.narravis.com
Para ir diretamente à página de cursos, acesse: www.narravis.com.br/ cursosoferecidos2013_1.html
Currículo em Artes Na Austrália
Um trabalho colaborativo com pesquisadores de todo o mundo, com uma visão transformadora e consciente das Artes na Educação.O Currículo em Artes da Austrália, é um exemplo de trabalho colaborativo pensando-se questões e necessidades de processos de ensino/aprendizagem no século XXI, o qual terá até o final de maio de 2013, a consultoria de especialistas de todo o mundo, por meio da ACARA.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Material Educativo da Bienal de Arte de SP
O Site da Bienal dispõe na seção Material Educativo excelentes possibilidades para o trabalho artístico/educativo nas escolas. Vale a pena conferir.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Ser professora/artista/investigadora...
Hoje, mexendo em meus guardados, entre caixas e livros, encontrei uma série de lembranças que me fez recordar os motivos que me levaram a ser professora - e professora de Artes...bilhetinhos carinhosos, corações, de alunos das escolas que trabalhei, pequenos mimos e recadinhos dirigidos a mim...
e os tantos cartões e lembranças depois que virei professora universitária...
olhei para fotos, para surpresas do caminho e uma fina lágrima rolou do canto do olho direito...
Percebi que mesmo à grande dificuldade que atravessa a educação hoje, eu não estaria mais feliz e realizada profissionalmente...
Não me arrependo de ter desistido da medicina, foi minha bravata de liberdade...
Sou sensível, sou disciplinada, adoro ler livros sobre Artes e adoro quando consigo produzir um objeto artisticamente...adoro mais ainda quando consigo partilhar uma aula e visualizo que os alunos que chegaram a mim como apenas alunos no início do semestre, se tornaram estudantes e assim vejo que a aula possibilita o acesso a conhecimentos...
Penso no conforto de já ter me encontrado com indivíduos já adultos, para os quais lecionei Artes no início de suas adolescências e como foram prazerosos estes encontros, deixando em minha mente a vivacidade da frase "dever cumprido" expressa. Não, vai além do dever cumprido, pois ser professor não é uma simples tarefa que você toma e cumpre. Envolve esquemas e organizações que necessitam de uma inteligência múltipla, em que o cognitivo, o emotivo, o expressivo e o produtivo se articulam no diálogo de ensino/aprendizagem.
E também o desafio de fazer brotar, no solo mais árido, árvores frondosas que compartilhem conhecimentos e os busquem, efetivamente, como plataformas que os levem a outros degraus, além de colonialismos teórico/práticos, além de quaisquer fronteiras paradigmáticas.
Talvez esta seja uma boa alusão.
Ser professor para mim é isso, é aquele que não desiste nunca dos alunos e enxerga neles futuros estudantes, aqueles que vão à sala de aula, ao encontro do conhecimento, porque querem e não por mera convenção disciplinar dos corpos e dos cérebros.
Foto: eu, da vista de um caledoscopio, foto do discente de Artes Visuais Jamisson Felix, em um momento de minhas aulas de Metodologias do Ensino de Artes Visuais
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Carreiras em Artes Visuais
Buscando reler visualmente o espaço profissional em Artes Visuais, discuti com os discentes da disciplina Metodologias no Ensino de Artes Visuais sobre o amplo espaço de atuação da área de Artes Visuais a partir da visualidade abaixo, encontrada em um sítio da internet, sem referência a autor.
Por que este modelo que tem referência ao círculo cromático? Quem o fez?
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Escola sem muros no Rio de Janeiro - Brasil
O Rio de Janeiro começa, nas próximas semanas, a experimentar um novo tipo de escola. Nada de séries, salas de aula com carteiras enfileiradas e crianças ordenadamente caminhando pelo espaço comum. A aposta para dar a 180 crianças e jovens da Rocinha uma educação mais alinhada com o século 21 é o Gente, acrônimo para Ginásio Experimental de Novas Tecnologias, na escola Municipal André Urani. O espaço, que acaba de ser totalmente reformulado para comportar a nova proposta, perdeu paredes, lousas, mesas individuais e professores tradicionais e ganhou grandes salões, tablets, “famílias”, times e mentores.
Não houve pré-seleção. Os alunos que farão parte dessa nova metodologia já são os matriculados na escola antes da reforma. Mas agora as antigas séries serão extintas e não haverá mais as salas de aula tradicionais, com espaço para 30 e poucos alunos. Em vez disso, os jovens – que estariam entre o 7o e 9o anos – serão agrupados em equipes de seis membros, chamadas de “famílias”, independentemente de sua série de origem. A formação das famílias ocorrerá em parte por afinidade, a partir da escolha dos próprios membros, e em parte a pelo diagnóstico de habilidades ao qual os alunos se submeterão no início do ano letivo.
Essa avaliação, que ocorre assim que eles chegarem ao Gente, pretende fazer um raio-x do estado da aprendizagem de cada um, tanto do ponto de vista do conteúdo tradicional quanto das habilidades não cognitivas, como comunicação, senso crítico, autoria. Cada aluno terá um itinerário de aprendizado pessoal, que funciona como uma espécie de playlist, só que em vez de músicas, estarão os pontos que ele precisa aprender ou desenvolver. Será o jovem o responsável por escolher a forma como o conteúdo lhe será entregue – videoaulas, leituras, atividades individuais ou em grupo. Todas as semanas os alunos serão avaliados na Máquina de Testes, um programa inteligente que propõe questões de diferentes níveis de dificuldade, para garantir a evolução no conteúdo. Quando ele não chegar ao resultado esperado, o jovem receberá uma atenção individualizada.
Tal atenção é de responsabilidade do mentor da família, o professor. Cada mentor será responsável por três famílias, que reunidas serão chamadas de equipe. “O mentor deve dar uma educação mais ampla, preocupada não só com os conteúdos tradicionais, mas com higiene, com aspectos socioemocionais do aluno, com a motivação dele”, diz Rafael Parente, subsecretário de novas tecnologias educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio, explicando a mudança no papel do professor naquele contexto. Em vez de dar aula de português ou matemática, o mentor vai ajudar o aluno a encontrar a informação de que precisa para entender o conteúdo, mesmo que o assunto não seja o da sua formação.
Assim, explica Parente, se um professor de língua portuguesa precisar explicar um assunto mais específico de matemática, ele deve pedir ajuda para membros da família, se sentar com o aluno para assistir à videoaula da Educopedia com ele, tentar aprender junto. “O professor não vai ser mais aquele que transmite o conhecimento. Ele vai ser especialista na arte de aprender”, diz o subsecretário. O grupo de mentores que fará parte do Gente foi treinado para essa nova forma de lecionar.
Todos os dias, ao chegarem à escola, os alunos passarão por um momento de acolhida, em que compartilharão com seus pares experiências e expectativas para o dia. A jornada na escola é integral. Neste tempo, com o auxílio de seu itinerário e a liderança do tutor, cada um deverá decidir o que e em que ordem estudar e poderá, à livre escolha, se juntar a grupos de estudo de língua estrangeira, robótica, esportes, artes, desenvolvimento de blogs. É nesse momento que uma pergunta inevitável aparece: mas se o aluno não quiser fazer nada, ele não vai fazer nada, certo? Mais ou menos. Os mentores, explica Parente, estarão sempre por perto para motivar os alunos a avançarem, as avaliações mostrarão quem está ficando para trás e os integrantes da família – o tal grupo de seis – também deve incentivar uns aos outros. “Quando o aluno é protagonista do próprio aprendizado, faz suas escolhas, ele se envolve mais, se empolga mais com a escola.”
A tecnologia é outro fator importante na forma como o projeto foi organizado. Para que os alunos possam escolher entre ambiente virtual ou presencial, era preciso que todos os alunos tivessem acesso a equipamentos e internet. Por isso, cada aluno terá o seu tablet ou netbook e, quando for pedagigocamente justificável, vai poder levá-lo para casa. Todas as dependências do André Urani terá internet sem fio de alta velocidade.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
E se o dinheiro não existisse?
Pensando sobre a identidade do licenciando em Artes Visuais...
Por que ser
professor/artista/pesquisador?
domingo, 20 de janeiro de 2013
Wikipainting
A Wiki inovou e criou uma Enciclopédia de Artes Visuais, o Wikipainting.
Wikipaintings
Divididos por artista, ano de produção, gênero, técnica, movimento artístico, escola, nacionalidade, estilo e por ordem alfabética, o site traz versões em alta resolução das mais importantes pinturas da história acompanhadas de fichas técnicas completas e relações de links que permitem uma pesquisa fácil e rápida pelo acervo do site.
O projeto é uma iniciativa sem fins lucrativos que respeita as leis internacionais de direitos autorais através de uma cartilha simples de regras para a reprodução das imagens: escolher obras que sejam significantes históricamente, uso das imagens para fins infomacionais e educacionais, só criar páginas para imagens já disponíveis na internet e excluir imagens grandes demais para ficar com aquelas que não poderiam ser utilizadas para fins comerciais.
Viajar pelo site é uma experiência bastante prazerosa para quem se interessa por pintura em geral. A navegação é limpa e simples, com tags precisas e informativas, perfeitas para quem está matando o tempo na rede com alguns dos quadros mais relevantes da história da humanidade quanto para quem está pesquisando informações sobre um trabalho específico. De Basquiat a Da Vinci, de Van Gogh a Andy Warhol e de Hiroshige a Frida Kahlo, o que não falta na Wikipaintings é acervo de interesse público.
Adaptado de: http://revistatrip.uol.com.br/so-no-site/notas/wikipaintings.html
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Eu Hoje
Do meu novo livro, em andamento...
Eu hoje não sou mais ontem
e do ontem me fui feita
perto, bem perto daquela vez
em que não fiquei na borda, pulei
vi mundos
sem fundos
portas a conta-gotas
fechadas se abrindo
em aberturas, em viezes
fui cozendo e sentindo
entendendo o valor do tempo
sem contratempos...
Hoje, a vértebra do ontem,
enraizada no corpo não mente...
colabora no intento,
peço ao vento,
que sopre além dos montes,
das barreiras, dos territórios,
vá bem longe
onde eu ainda não foquei meu olhar.
Eu hoje sou mais que ontem
eu hoje estou mais próxima do amanhã...
das dores, o alento
das quedas, sem tormento
das descobertas, o aprendizado
todo tudo
tudo todo
pode ser ensinado.
Penso que o dia hoje é mais
um ponto,
perto da ponte
que me leva a outros tantos
sem entretantos...
Daí que eu escuto batendo
pulsando
lembrança da herança
que os dias vão brotando
na gente...
Eu hoje sou aquela que te disse
sem miragens
o quão próximos estamos
de todos
de tudo.
Como citar: VASCONCELOS, F. M. B. P. Eu Hoje. In: Narrativas de Professora/Artista/ Investigadora. Disponível em <http://flapedrosa.blogspot. com.br/2013_01_01_archive.html >. Acesso em XX Mês. Ano.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
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